Pular para o conteúdo principal

I Encontro do Grupo Soul F-84

Em fevereiro deste ano (2017) nasceu o GRUPO SOUL F-84 no whatsapp, criado pelo Terapeuta Ocupacional Daniel Natal, com o objetivo de dar um norte as famílias com TEA relacionados a terapias e oferecer troca de experiências entre pais e terapeutas  . Desde então o grupo vem crescendo e  fortalencendo seus laços, hoje somos uma família formada por 92 integrantes. 
Daniel Natal - Criador do Grupo

No dia 09 de setembro deste ano no Parque da Cidade, foi realizado o primeiro encontro desta família em crescimento e é claro eu não poderia está de fora! Em um belo piquenique compartilhamos um pouco das nossas histórias, choramos, sorrimos, trocamos abraços e flash´s. 



Ter um (a) filho (a) com TEA não é nada fácil, por muitas vezes nos sentimos sozinhos e fracos. O luto que todos falam parece que nunca acaba, ele renasce a cada obstáculo, porém é a fé em Cristo e o auxílio da família e amigos que nos fazem persistir. E isso é o que temos vivido e compartilhado no grupo, lá podemos ser nós mesmos, sem temer o "não ser compreendido", pois todos passamos pelas mesmas dificuldades.

Além do compartilhar as dores, também compartilhamos as alegrias das conquistas de nossos filhos, cada obstáculo vencido é festejado entre nós. O grupo continua em fase de crescimento e assim como o número tem ampliado os objetivos também. Nossa união também irá ultrapassar as nossas paredes e temos nos tornados  a  voz dos nossos filhos, juntos vamos lutar pelos direitos do autista! Como diz a velha frase "JUNTOS SOMOS MAIS FORTES!"

Ao Daniel Natal vai meu agradecimento, por proporcionar essa aproximação entre nós pais e por se juntar a nossa luta! 

Que hajam mais encontros, que todos possam conhecer o AUTISMO!
Mais informação, Menos preconceito!


Segue mais fotinhas...





Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

A invisibilidade da Mãe Atípica

No momento em que uma mulher se torna mãe atípica ela perde a sua identidade . Ela passa a ser vista como “Mãezinha Especial”, “Escolhida por Deus”, “Guerreira”, “Mãezinha Azul”, incansável, predestinada a uma vida de sofrimento e dor. O seu lado pessoa, que tem desejos, sonhos, aspirações, qualidades e defeitos como qualquer um, é esquecido e ela passa a ser vista como “nós”: a mãe e o filho deficiente. Essa mãe passa a viver uma rotina incansável de terapias, consultas, exames e cuidados com as AVD’s (Atividades de Vida Diária) do seu filho, sendo suas mãos, seus pés, sua voz, sua visão, seus ouvidos. Ela não tem direito a férias e muito menos a cometer erros, resultando em doenças físicas como gastrite, disfunções intestinais, problemas cardíacos entres outros, como também doenças psicológicas, síndrome do pânico, TOC, Síndrome do Pensamento Acelerado, Baixa Autoestima, Depressão que em muitos casos resultam em suicídio. Somos invisíveis para os poderes públicos. Não...

Eu e a maternidade atípica

Eu sou Imoni Marinho, mãe da Juliana, uma linda menina de 11 anos, também conhecida com MÃE INDESISTÍVEL , esse nome veio de um blog que eu fiz quando descobrir que eu era mãe atípica. O nome surgiu da ministração da música da Pastora Ludmila Ferber – Nunca Pare de Lutar. Por ouvir os diversos prognósticos da minha filha e a frase “nunca descobrirão o que ela tem”! Eu decidir ser indesistível! Eu tinha UMA VIDA COMUM , desde moça sonhava com a maternidade, ainda solteira já havia escolhido o nome da minha filha – Júlia, já havia planejado sua vida, nossa vida! Aos 28 anos enfim engravidei, depois de dois anos de casada, o meu sonho enfim estava se realizando e para melhorar eu estava grávida de uma menina. A alegria transbordava em meu ser. Porém, com 34 semanas eu tive pré-eclâmpsia e uma cesária teve que ser feita. Juliana nasceu com 1.350g e 41 cm e desde então NADA MAIS FOI IGUAL ao que era antes. Fui apresentada a um mundo totalmente desconhecido, o mundo ...

Criadora do projeto #PraCegoVer incentiva a descrição de imagens na web

Patrícia é professora de Braille desde os seus 16 anos de idade e tem muitos amigos cegos. Quando entrou para o Facebook, ela logo teve a necessidade de se comunicar com eles, por meio de imagens, em suas redes sociais. O  projeto #PraCegoVer , criado oficialmente por ela no dia 4 de janeiro de 2012, nasceu nesse contexto. Estamos falando da iniciativa da professora baiana Patrícia Braille. “Eu não me permitia postar fotos sem descrever, do mesmo modo como fazia em meu blog, o Patricitudes. Pela passagem do aniversário do criador do Sistema Braille, Louis Braille, criei um evento virtual no Facebook chamado ‘Pra Cego Ver’ no 4 de janeiro de 2012, convocando pessoas a experimentarem descrever para um cego. Foi um sucesso! Em seguida criei a página para não deixar a ideia cair no esquecimento. Em resumo: ‘enxergar’ a existência de pessoas com deficiência nas redes sociais foi minha motivação”, disse. O #PraCegoVer é um projeto de disseminação da cultura da acessibilidade ...